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Reportagem sobre relíquias entrevista membro da ABRHAGI

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  Acadêmico Fábio Tucci / Foto: Mariana Mansur Veneradas pela Igreja Católica ao longo dos séculos, as relíquias sagradas ainda hoje atraem milhares de fiéis nos centros de peregrinações onde estão expostas. Em uma entrevista exclusiva para o jornal O Tempo, o membro da Academia Brasileira de Hagiologia, Fábio Tucci Farah, conta sobre o significado das relíquias e a história da devoção. Na matéria, o ocupante da cadeira de número 34 da ABRHAGI ainda explica detalhes sobre importantes símbolos cristãos. Entre eles, o Santo Sudário e a Coroa de Espinhos. Leia a reportagem completa clicando aqui .

Convite para a palestra: Santo Antônio de Sant’Anna Galvão: aspectos da vida e devoção ao primeiro santo brasileiro no bicentenário de sua morte

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  A Academia Brasileira de Hagiologia tem a alegria de convidar seus acadêmicos honorários, correspondentes, colaboradores e público em geral para a palestra, que se realizará às 20h do dia 26/10/2022, que terá como tema  "Santo Antônio de Sant’Anna Galvão: aspectos da vida e devoção ao primeiro santo brasileiro no bicentenário de sua morte", a ser proferida pelo acadêmico Víctor Hugo Evangelista Barros, ocupante da Cadeira nº 13. A palestra será realizada de forma virtual pelo aplicativo Zoom, através do link abaixo: https://us02web.zoom.us/j/89065605120?pwd=eEkzVVVuQlR6UlAxVmt0dVNXckJoQT09 Esperamos por você!

Membro da ABRHAGI, Monsenhor Rubens Miraglia é entrevistado pela imprensa gaúcha

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  No último 12 de outubro, o Brasil celebrou sua Rainha e Padroeira, Nossa Senhora Aparecida.     Para contar a história dos mais de três séculos de devoção à Virgem Aparecida, o membro da Academia Brasileira de Hagiologia, Monsenhor     Dr. Rubens Miraglia Zani, foi entrevistado pela jornal digital GZH.  Na matéria, o ocupante da cadeira de número 37 da ABRHAGI explica sobre detalhes que cercam a trajetória da Padroeira do Brasil. Entre eles, o encontro da Imagem nas águas do Rio Paraíba do Sul e a devoção da Princesa Isabel. Leia a reportagem completa clicando aqui .

Convite: Palestra Na terra do Padre Cícero, a primeira Beata do Ceará: Benigna Cardoso

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  A Academia Brasileira de Hagiologia promove a palestra  “Na terra do Padre Cícero, a primeira Beata do Ceará: Benigna Cardoso” . Realizado em formato virtual, o encontro acontece na próxima  quarta-feira (28), às 20h pela plataforma Zoom . O tema será aprofundado pelo fundador e presidente da ABRHAGI,  José Luís Lira . Aberta ao público,  a palestra será gratuita . Para participar, basta acessar o seguinte link a partir das 20h: https://us02web.zoom.us/j/89065605120?pwd=eEkzVVVuQlR6UlAxVmt0dVNXckJoQT09 O palestrante: Hagiólogo, professor universitário e escritor, José Luís Lira fundou a Academia Brasileira de Hagiologia. Integrou a equipe de reconstrução das faces de Santa Maria Madalena, Santa Paulina, São Vicente de Paulo e São Valentim, além de ter sido responsável pela reconstrução facial de Dom Pedro I.  Como escritor é autor de 17 livros, dentre eles "A Caminho da Santidade", obra que aborda os brasileiros que estão em processo de canonização pela Igreja Católica.

Padre Cícero, servo de Deus

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  Por Barros Alves* A causa da santidade do Padre Cícero Romão Batista, o nosso Santo Padim Pade Ciço do Juazeiro, é ponto pacífico no coração de milhares de romeiros que anualmente dirigem-se à cidade de Juazeiro do Norte, localizada no Cariri cearense, para participar das inúmeras manifestações de veneração ao taumaturgo nordestino, digno de fé e devoção, em face dos muitos milagres por ele realizados na vida de tantos homens e mulheres de todos os quadrantes dos inóspitos sertões e também das urbes metropolitanas. Portanto, foi com imensa alegria que todos os nordestinos e, por extensão, os brasileiros, receberam a notícia oriunda da Sé Pontifícia Católica, dando conta de que o Papa Francisco havia autorizado a abertura do processo de beatificação do Meu Padim pela Congregação para a Causa dos Santos. A informação se tornou pública no dia 20 de agosto, por intermédio de mensagem datada de 22 de junho antecedente, lida pelo bispo da diocese do Crato, Dom Magnus Henrique Lopes, em Mis

O amor maior de Santa Joana Beretta Molla

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  Por Barros Alves* Nestes tempos aziagos, ditados por uma pós-modernidade malsã em que assoma um neopaganismo que tem como sustentáculo um relativismo estéril em matéria de transcendência; tempos em que o próprio povo cristão adota posturas que não se coadunam com os valores da doutrina e tradição da Igreja e muito menos com os princípios dos Sagrados Evangelhos, entre os quais se inclui a radicalidade da condenação do aborto, eis que uma personalidade se alteia em pleno século XX para dar testemunho de compromisso com o Amor Maior que vem do Alto e irradia promessa de vida plena e santidade. Refiro-me a uma mulher casada, que teve filhos, que viveu o dia a dia de um relacionamento matrimonial, que exerceu com dignidade e proficiência a profissão que escolheu, a Medicina, e que nessas searas de sua existência recebeu o dom da graça de permanecer fiel aos valores cristãos, vivenciando-os em profunda simplicidade. Esta mulher é Joana Beretta Molla, nascida em 1922 e falecida em 1962. Em

Padre Cícero é santo, sim senhor!

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  Barros Alves Há algum tempo entrevistei Dom Fernando Panico, bispo da diocese do Crato, sobre o processo de reabilitação do Padre Cícero Romão Batista. Indaguei-lhe se conhecia algum santo que não passara pelas formalidades da canonização. Resposta lacônica: “Desconheço”. Não acredito, digo eu. Um bispo inteligente e culto como Dom Panico não desconhece a história da Igreja. Por agora, quando se tenta remediar uma injustiça inominável cometida contra o Padre Cícero, pela própria Igreja (lembrai-vos do precedente de Santa Joana d’Arc!), e se dá o primeiro passo para a longa caminhada que leva à glória dos altares, urge lembrar que vários nomes hoje inscritos no hagiológio católico-romano não necessitaram do processo canonizatório para merecer a veneração do povo. Pra começo de conversa, apóstolos e mártires, os primeiros santos, não foram submetidos à burocracia vaticana. São Jorge é perfeito exemplo de santo não canonizado, mas cultuado pelas populações do Brasil, de Portugal, da Esp